Bem retorno ao trabalho de Oficina da Palavra no Programa mais educação do MEC em Pasárgada.
Desde 2011 esta programado trabalhar com Mascaras tanto em teatro quanto em Oficina da Palavra. Desejo que as Mascaras sejam um ponto de partida para a busca interna de cada criança.Desejo que seja um busca lúdica e que esse reencontro seja parte do belo que há em Nós quando Seres.
Á medida que formos trabalhando vou postando os resultados aqui.
Portanto agora às MASCARAS
Primeiro algumas informações sobre elas
As máscaras de Carnaval la do blog
http://jornalao-arte.blogspot.com/2007/02/as-mscaras-de-carnaval.html
A máscara não é específica do Carnaval. Tem origem religiosa, e ainda hoje, em África, por exemplo, conserva o sentido primordial: homem que envergue a máscara do crocodilo é o espírito do crocodilo - a máscara manifesta a divindade e transmite ao portador todo o seu poder.
As máscaras foram criadas pelos artistas das tribos e usadas em ritos religiosos. Essas máscaras não representavam faces normais, mas sim exageradas. Normalmente era de madeira, cobre ou marfim.
Estes aspectos foram-se esquecendo paulatinamente noutras culturas. Quando passa para o teatro, grego e romano, já o sagrado desapareceu e a identificação faz-se entre actor e personagem, ou entre máscara e personagem, que aliás são o mesmo vocábulo em latim: persona.
Em Veneza, no séc. XVIII, o uso da máscara tornou-se um hábito diário em homens, mulheres e crianças, ocultando o rosto com uma meia máscara que apenas cobria os olhos e o nariz. Foi precisa uma lei, a lei de Doge, para acabar com este hábito, porque a polícia tinha uma certa dificuldade em reconhecer os assassinos que constantemente matavam nas vielas da cidade. Os Venezianos passaram a usá-la durante o Carnaval que durava um mês e nas festas e jantares.

O Carnaval de Veneza era um momento mágico que envolvia toda a cidade, era a "transgressão" de todas as regras sociais e do estado, era satisfazer a necessidade típica dos homens de festejarem e beberem muito nas festas. Os mascarados viviam intensamente este período, saiam pelas ruas e nos bailes com capas e máscaras onde não se conheciam as pessoas, nem o sexo, nem a posição social.
A partir do séc. XIX, a máscara vai ser usada nos palanques das feiras e era vista como disfarce e enfeite, pretendendo desmascarar o homem.
As máscaras podem ser feitas em muitos materiais, tais como: cortiça, pasta de papel, folha de flandres, folha de alumínio, tecido, latas, caixas de cartão, fitas, etc.
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Porem essas Mascaras Moldes são do Google é
só escreverem pra busca: moldes de mascaras de carnaval simples

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